sábado, 25 de julho de 2009

Onde é que o barco foi desaguar..






Eu já sonhei tanto...
Já acreditei muito...
Esperei demais.
Hoje, meu maior sonho é poder ser o "mais real possível", se é que isso existe.
Hoje, eu acredito que eu posso, devo e tenho forças para me levantar todo santo dia para trabalhar. Até porque, se eu não o fizer, ninguém há de fazer por mim, certo ?
Eu ainda sonho, sim. Mas não da mesma maneira, com a mesma instensidade. É tudo muito mais "físico", real, e diria, alcansável.
Já nem sei se isso é bom.
Para onde foram todos os sonhos ?
Quando foi que eu deixei de acreditar ?
Minha essência é a mesma e será sempre até a morte?
E se as borboletas no estômago foram embora, como faço elas voltarem?


sexta-feira, 24 de julho de 2009

Cheirinho de café...





Existe dia sem café ?

Ok. Pode parecer exagero, mas, para a minha pessoa, não existe!
Desde que me entendo por gente aprendi a associar o cheirinho de café com o amanhecer e o "acordar" de cada dia.

Sim, é um vício. Um vício que meu corpo pede, quase que implora, como o corpo de um maratonista pede por água.

Nem preciso taaanto de uma pão ou um biscoitinho.. (mas se tiver, também é bem-vindo) Só um café para me fazer levar um dia numa boa. ;)

Ao contrário do efeito que o mesmo causa na grande maioria, o café tem o poder de me acalmar. Um dos pequenos prazeres que a vida me proporciona, de fato, é poder segurar uma caneca morna com uma boa dose de café forte e meio amargo para que eu possa saborear sem pressa.

Para acordar, antes de dormir ou após uma leve (ou nem tanto...) bebedeira.

Tenho que confessar.. meu primeiro porre foi aos sete anos de idade... (SIM, aos sete anos!) Na verdade nem tinha noção de que era algo errado. Simplesmente peguei uma garrafa de conhaque que meu pai costumava saborear em pequenas doses..uma enorme caneca com café pela metade..e o "drink" estava pronto! Tomei até a última gota e fiquei por alguns minutos cambaleando de uma lado à outro, até que apaguei.

Só me lembro de ter acordado com minha mãe desesperada me dando banho.

Acho que foi daí que adquiri um gosto pela "coisa".




quinta-feira, 23 de julho de 2009

Tudo sobre nada.



Há tempos não escrevo.

Lembro-me que em outrora exercitava meus pensamentos e minha escrita em páginas de um blog, fotolog, entre outras modinhas cybernéticas. Nem achei que ao parar de escrever no "mundo virtual", simultâneamente pararia no "mundo real".
E não é que parei?

Acompanhei todas as fases que a internet pôde me proporcionar... Mirc, ICQ, Fotolog, Blog, Orkut... parei por aí!



Sabe que tentei participar do Twitter..? Mas vi que a minha vida e a vida alheia é tão desinteressante de ser seguida, que não passei mais que uma semana por lá. o.O

Nem sei ao certo onde buscava inspiração, e hoje, escrevendo aqui, ainda não sei pra onde a tal da inspiração foi parar.

Nem ligo que ninguém leia. Muito menos que ninguém comente. Só quero talvez deixar perdido em algum tempo e espaço palavras que um dia pensei ou disse. Ou não.

Se a inspiração me faltar ? Escrevo sobre o "nada".
Se a alegria for pequena ? Escrevo e a multiplico por mil! É assim que funciona nesse mundinho cybernético, não é mesmo? ... uma simples ida à padaria rende algumas fotos com sorrisos forjados, e a impressão que se dá é de que foi a coisa mais legal de todo o universo!

Sim, sim...é assim que as coias funcionam...

(É bom estar de volta.)